segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Elvis Presley não morreu??!!



Essa questão que permanece viva a quase 40 anos, desde que Elvis Aron Presley deixou o mundo dos vivos no dia 16 de agosto de 1977, ou não...
Existe muita polêmica sobre o fato de Elvis ainda estar vivo, muito disso deve-se ao fato de fãs do cantor o considerarem como ídolo imortal, mas, dentre várias lendas urbanas, algumas prendem nossa atenção por no mínimo serem palpáveis e um tanto curiosas.
À anos o termo “Elvis não morreu” tem sido falado por inúmeros fãs e por organizações mundo a fora, existem um grupo de fãs chamados “Sighting Societies” que oferecem 3,000,000 $, (isso mesmo, três milhões de dólares) para quem revelar onde Elvis está.
Eles dessa chamada “Sociedade” vem pesquisando a anos sobre uma possível farsa da morte de Elvis, e as conclusões de anos de pesquisas e conjecturas são impressionantes.
Mas antes, gostaria de plantar uma dúvida na cabeça do leitor, será que uma lenda tão “Lunática” ou “Fantasiosa” duraria 36 anos???.
O fato é, explanarei alguns pontos, e o leitor, ao final delas, tire suas próprias conclusões...

Vamos do fim ao início.

O Óbito.
Na certidão de óbito de Elvis Presley constava que o peso do cantor era de 70kg, mas nitidamente ele pesava mais de 110kg antes de morrer, a certidão original misteriosamente desapareceu, e a existente hoje foi expedida somente 2 meses depois da morte.
O Caixão de Elvis pesava mais de 300kg, uma coisa muito extravagante digna de um Rei do Rock, porém, muito adornada e difícil de ser confeccionada, muito mais no dia seguinte da morte.
O corpo de Elvis no momento do velório estava visivelmente diferente do cantor ainda em vida, (obviamente que deveria estar, ele estava morto!!) mas as diferenças não paravam na vitalidade, a constar pelo tamanho, o corpo velado era de um Elvis no mínimo 20 anos mais novo e 40kg mais magro, esse fato gerou inúmeras lendas de que o corpo no caixão era um manequim de cera do cantor, fato esse que explica o enorme peso do caixão que teria um sistema de refrigeração para preservar a cera do boneco.
Curiosamente existe apenas uma foto do corpo de Elvis sendo velado




É bem óbvia a diferença...

Uma frase dita por ele em seu último Show ajudou e muito a difundir essa tese, (como se a imagem não fosse o bastante), ele disse:

“Eu sei que estou gordo, e que não estou bem esta noite, mas eu vou ficar bem em meu caixão”.

 Sem contar um primo e frequentador do círculo próximo a Elvis chamado Gene Smith afirmou que Elvis estava muito diferente no caixão.


Aparições.

Um ano após a morte de Elvis, um fã chamado Mike Joseph, ao passear em Graceland, num lugar chamado “Meditation Gardens” ou (Jardins da Meditação) tirou uma foto e a divulgou como sendo de Elvis Presley


























Já em uma outra foto tirada em 23 de Setembro de 1984 mostra Muhammad Ali, Jesse Jackson e supostamente Elvis Presley, foi relatado pela “Fort Worth Star Telegram” que Ali identificou o homem da foto como “Meu amigo Elvis”




Nos mesmos anos de 1980, um homem foi investigado pela “Sighting Societies” não só pela semelhança, mas também pela idêntica voz com Elvis, seu nome é “Jon Cotner”, ele dizia ter sido amigo de Elvis, mas muitos dessa Sociedade afirmam ser ele próprio Elvis Presley




Já nos anos de 2001, Linda, (foi o nome no qual ela se identificou) disse haver recebido cartas de Elvis nos últimos 18 anos, nessas cartas, Elvis usaria o nome de “Jesse”, que por sua vez, Jesse seria o irmão gêmeo de Elvis que havia nascido morto.
Tudo começou com um livro do Psiquiatra Dr Donald Hinton, que escreveu um livro sobre a vida de Elvis com a ajuda de um co-autor chamado “Jesse”, o livro se chama “The Truth About Elvis Aron Presley – In His Own Words” ou (A Verdade sobre Elvis Aron Presley – Em suas próprias palavras), e no rodapé da capa consta “With Jesse” ou (Por Jesse)






No livro ele diz que Jesse era Elvis e que ele havia forjado sua morte com a ajuda de Tom Parker, ele ainda publicou um autógrafo de Elvis onde ele agradecia a publicação do livro, o autógrafo foi enviado ao Dr em anexo, na mesma foto que foi capa 
do livro.




 

Na época, Dr Hilton foi processado pela DEA e pela Procuradoria Geral e ficou 5 meses sem poder trabalhar.
Por mais fantástico que possa parecer, o tal Jesse escreveu para a Procuradoria Geral afirmando sobre sua existência, então, o FBI utilizou um grafólogo para estudar as cartas comparando com as cartas vindas do próprio Elvis ainda em vida, Shirley Manson, Grafóloga da Procuradoria Geral após analisar as cartas afirmou que Jesse tinha a mesma letra de Elvis, e logo após, Jesse começou escrevendo cartas para a tal Linda que mencionei à pouco, ela revelou as cartas e presentes que supostamente ganhou de Jesse/Elvis, depois da permissão de Jesse, óbvio, e Linda publicou as tais cartas em seu Blog, a ultima publicação no Blog de Linda foi no dia 23 de Agosto de 2010.
Na carta que  Jesse/Elvis escreveu para ela em 2009, ele diz que escolheu Linda como sua porta voz .


















Numa carta enviada em Julho de 1997, Jesse teria enviado uma carta com um pingente com o rosto de Jesus e uma foto




Os fãs conjecturaram que o menino na foto é o filho de Lisa Marie Presley e com recursos computadorizados, sobrepuseram as fotos de Jesse e Elvis e surpreendentemente os rostos se encaixaram perfeitamente.





Se Jesse é mesmo Elvis, ninguém pode saber ao certo, mas para Linda sim, ela afirma que ele a avisou de eventos antes mesmo deles acontecerem.
Em maio de 1993, Jesse informou Linda de um leilão de bens do Elvis que aconteceria em Graceland, isso 5 meses antes do Leilão acontecer, no Natal do mesmo ano, Jesse enviou uma carta ao Dr Hilton contendo dois botões da roupa que 
Elvis teria usado em seu último Show, ele finalizou a carta dizendo que não queria que esses botões fossem a Leilão, o estranho disso tudo é que os botões faziam parte do acervo pessoal de Elvis, guardados em Graceland.



Tão sem explicação quanto foi um presente que Linda recebeu de Jesse, um ingresso para Graceland autografado por Elvis Presley, o curioso é que Graceland apenas virou ponto turístico após a morte de Elvis, se os autógrafos são atuais, como poderiam ser de Elvis?, e se caso fosse, como Jesse conseguiria falsificar tão bem autógrafos de Elvis, Linda procurou uma empresa para atestar se os autógrafos eram de fato reais ou não, se a letra neles foi feita por Elvis Presley, e depois de 5 meses, as análises comprovaram que era de fato um autógrafo legítimo de Elvis Presley.



E por fim, algo que mais me deixou fascinado com toda essa idéia de Elvis ainda estar vivo, Elvis foi declarado morto em 1977, em 1980 foi lançado uma coletânea de músicas do Elvis com o tema “Country Music”.


Cabe lembrar que até 1980, ninguém tinha noção do nome “Jesse”.

Na Página (76) temos a música “Sunset”, a música fala de como Elvis era refém da fama e solitário.





 já na página (77) mostra uma mensagem falando sobre a morte de Elvis Presley.



Coincidências ou não, na página (76) aparece uma música falando sobre ser refém do sucesso e solidão, na página (77) a mensagem de morte, curiosamente Elvis morreu em 1977, e na página (78) aparece....


                              “Jesse’s Coming” ou (Jesse está vindo)...

Considerando que na página em questão não é um anúncio de nenhuma banda ou marca, pois além das sombras só aparece a frase “Jesse’s Coming”...

Tirem suas próprias conclusões....

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A Revolta dos 20 Centavos


É meu dever cívico escrever essa matéria, mesmo este blog sendo sobre mistérios históricos, sou pendido até com certa alegria e renovação, a escrever algumas linhas sobre esse marco na história do Brasil.

Ao longo de nossa história recheada de contradições e obscuridades, tivemos várias revoltas estranhas, com nomes mais escalafobéticos possíveis, mas todas com intenções de romper esse imobilismo quase crônico que sofre o brasileiro.

Tivemos a “Guerra dos Caceteiros” na Bahia, a “Revolta da Vacina” no Rio de Janeiro ou a “Revolta da Chibata” em Minas, todas essas regionais, tivemos a famosa “Diretas já”, que aconteceram manifestações em Pernambuco, Goiânia, Curitiba e São Paulo, mas nunca, nunca na história de nosso país uma manifestação que abrangesse 11 estados.

Nunca antes foi visto uma manifestação que tirasse de suas casas em todo o Brasil mais de 500.000 pessoas ao longo de 14 dias e de 9 manifestações.
Não sei como nomear essa revolta

poderia ser “A revolta da Copa”, pois saber que o valor estimado do Governo Federal no início das obras para a Copa de 2014 seria de 21,5 bilhões, e até agora, 3 anos e 5 meses depois, esse valor cresceu 26%, (chegando à 27,1 bilhões), que também passa longe da estimativa que a Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base) fez, que chega aos assustadores 112 bilhões, todo esse dinheiro que será pago por você caro leitor, que se quer passará perto de um estádio, quanto mais custear um ingresso com um preço módico de 500 à 600 reais.

Poderia sim se chamar a Revolta da Copa, mas eu prefiro que a história chame apenas de “Libertação”, pois vejo com olhos renovados o povo brasileiro, vejo como nunca antes uma atitude para se mudar alguma coisa, vejo o início do fim desse imobilismo sócio-cultural que vivemos desde nosso descobrimento.


Nos livramos da estagnação, começamos a deixar essa procrastinação provinciana de lado, passamos de fato a exercer nosso direito como cidadão, passamos a acreditar que a luz de fato exista ao fim de um túnel, deixamos de fato de ser uma Colônia e viramos um país livre.
Tivemos coragem de gritar, de vaiar uma presidenta bonachona, tivemos a coragem de brigar por algo melhor, de encarar a opressão de um governo que nos sub-julga como gado, tivemos a coragem de ver que não tínhamos coragem.

O brasileiro hoje começa a ganhar a liberdade, deixa de fingir que tudo vai acabar bem enquanto dá voltas para morder o próprio rabo.

Minha opinião????, estou feliz por poder acreditar num povo que descobriu que tem poder de escolha, mas com medo, medo de que descobrimos o poder mas possamos não saber o que fazer com ele.

Enfim..., escrevemos lindamente mais um capítulo na história desse país, fizemos e ainda faremos comoções e manifestações populares, só espero que sejam por mais que apenas 20 centavos...